Daiane Ribeiro bellydance

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Blog EntryAlém da lantejoula - dança e atitudeJan 28, '08 3:32 PM
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Além da lantejoula


Dançar é viver cada segundo com intensidade, em cada movimento. Sentir a própria energia vital.

Como escolhemos a dança do ventre como principal canal de expressão artística, podemos também através dela demonstrar atitude e respeito à vida, estendendo até ela nossas idéias, princípios e valores.

Vamos nos conscientizar do nosso papel e da nossa importancia como seres humanos nesse momento de urgência na relação que temos com o mundo. Por que não transmitir em larga escala toda a nossa proposta de vida?

Dança do ventre e ecologia, por exemplo , é uma proposta que está sendo colocada em prática. Por que existe muita coisa além da lantejoula. Existe uma pessoa que tem brilho próprio e pode fazê-la reluzir de verdade. Existe muita coisa acontecendo, e muita coisa a se fazer.

Estamos secos. Carentes de tempo, de amor, de consciência, de atitude. E além disso, estamos esgotando todos os nossos recursos necessários à nossa vida e a vida de nossos filhos, sem dar a devida importância, como se fosse algo distante da realidade e fosse demorar muito tempo para acabar.

Pois bem, a hora que que pensávamos que nunca ia chegar, chegou. Nunca passei por calores tão fortes, temperaturas intensas que podem ser comparadas às que usamos para cozinhar alimentos, sentidas na pele, ao sabor do sol de verão.

Sem falar que não precisa nem prestar muita atenção para ver que até a mídia anda preocupada. Afinal, o maior objetivo sempre foi vender e divulgar produtos e comportamentos “rentáveis” sem medir consequencias. Agora muita coisa vai mudar, só não vê quem não quer e só não embarca na mudança quem for muito burro.

Reportagens em todos os meios de comunicação tem ampliado o assunto sobre a escassez de água, por exemplo. Mas o que dói mais, é saber que nós devíamos há muito tempo atrás ter tomado atitudes próprias, sem avisos prévios e notícias arrasadoras.

O que será de nossos filhos, enquanto estivermos de olhos fechados pensando no nosso conforto, no nosso consumismo sem limites?Afinal você já parou de verdade para pensar no que você tem feito e no quanto tem contribuído para essa grave situação?

Você já pensou em mudar realmente e definitivamente alguns hábitos para ajudar a salvar a vida na terra?

“Salvar o mundo” parece que virou jargão de ecochatos e religiosos em geral. Parece, inclusive, que o mundo é lá, longe, no outro continente, cheio de outras pessoas, e que tudo que acontece lá, no mundo, não chegará até você. Mas eu tenho uma notícia terrível pra te dar: você é o mundo, você faz parte de tudo isso, o problema é seu, e se você não fizer nada agora, você vai morrer também.

Afinal, a morte também parece estar loooonge, né... A África é longe... O Alaska é longe...e infelizmente o que anda acontecendo lá reverbera aqui. Infelizmente tem povos que sentem com muito mais intensidade os danos que todos causamos. Mas não estamos de fora.

Inclusive, por sermos um povo rico e com recursos naturais ditos como fartos, deveríamos ter o dever de preservá-los com muito mais seriedade e respeito. Podemos ajudar, ainda podemos! Mas é preciso consciência já, pra ontem!

Precisamos exalar amor e gratidão à vida, sensibilizar a todos, acordar para o fato de que a arte pode e deve contribuir ativamente para ampliar essa consciência ecológica. A dança do ventre, por que não? Quando estamos em cena, estamos gastando energia, interagindo, compartilhando com outras vidas o mesmo momento. E não basta apenas ter intenção, é preciso abraçar a causa, vestir a camisa. Tanto como bailarinas como professoras, temos responsabilidade com público. Somos exemplo para nossas alunas, não só em técnica. Em tudo somos observadas. Aproveite isso e cumpra seu papel! Experimente ter bons hábitos, um corpo mais saudável, experimente se espiritualizar mais, se informar melhor sobre o que acontece simultaneamente enquanto dançamos. Isso é importante!

Não basta sentir-se bem consigo mesma. É urgente saber que para estarmos realmente bem, temos que estar em harmonia com tudo à nossa volta, sem sacrificar o meio ambiente, sem sacrificar outros seres para que possamos desfrutar de alimentos, roupas, calçados, ar fresco, transporte, ornamentos e higiene.

Você pode achar que é exagero. Mas pense em tudo que foi necessário no dia de hoje para que você esteja nesse momento à frente do computador, independente da hora ou do local. Você precisou se alimentar, usar alguma fonte de calor para aquecer seu alimento, deve estar calçando, vestindo, em local limpo, enfim, só o fato de estar respirando já está utilizando recursos! No mínimo, agradeça por isso, pois será reconhecido como luxo de época.

Vamos reconhecer nossa culpa e nossa omissão nessa matança, nessa degradação da Terra. Acabe com essa displicência e comece a se mexer, você precisa da Terra e ela clama por sua ajuda.


Pequenos hábitos que precisam mudar ontem:


1.É muito importante que, em primeiro lugar, você pare de se preocupar com o que os outros vão dizer. Você, agora, precisa ser um agente modificador e não pode ter medo de ser o primeiro a tomar certas atitudes, radicais ou não. Você será um espelho para muitos, sempre.

2.Limpeza e higiene: uma das coisas que devem ser repensadas com cuidado e realizadas de forma consciente, não unilateral. Sempre que for usar sabão para qualquer coisa, pense se não há uma alternativa que o consuma menos, sem deixar de limpar.

Procure usar produtos realmente biodegradáveis, saia das marcas comerciais e busque as alternativas que contribuam com o meio ambiente. Hoje em dia já existem sabão em pó e xampu orgânicos que levam muito menos tempo para se decompor na natureza. Para seu conhecimento, a espuma é a coisa mais difícil de tirar da água. Pode perguntar em qualquer estação de tratamento!

3.Feche torneiras e desligue o chuveiro, use apenas para se enxaguar, tanto no banho, quanto na higiene bucal ou lavando louça. Utilize bucha vegetal em vez de esponjas, leave in em vez de condicionador, use menos lãs de aço. Ariar panelas libera alumínio na sua comida e na sua agua. Aliás, aposente o alumínio assim que puder.

4.Valorize os comércios que utilizam sacolas de material reciclado e orgânicos.

5.Menos água no balde ao passar pano no piso. É possível usar água pura para limpar e o produto puro depois, assim você não polui a água , que continua apenas com resíduo orgânico, e o cheiriho bom você aplica depois. Valorize também produtos que não precisam se diluir em água.

6.Economize luz, pois energia elétrica vem de hidrelétricas, ou seja, utiliza água! Procure se informar sobre a energia solar ao investir na construção de algum imóvel. Informe-se também sobre a melhor maneira (isso não quer dizer a mais fácil) de adaptar a rede de esgoto para colaborar com o meio ambiente. A água para descarga pode vir da máquina de lavar e a água das chuvas pode ser armazenada para diversos fins.

7.Preste atenção agora no seu corpo e no seu consumo próprio de roupas , calçados e alimentos. A sua bolsa pode ser linda, mas pode ter custado a vida de mais um animal. O churrasco do fim de semana, a salsicha do seu cachorro quente, tudo contribui para a continuação da crueldade no mundo. Não custa só dinheiro, custa vida inocente de animais que não tem escolha. Não é justo sustentar esse tipo de comércio se não precisamos mais de carne morta. Não é justo contribuir para a matança desenfreada apenas para ter alguns minutos de sabor, sabendo que a terra nos dá tudo que é necessário para nossa sobrevivência. Nutra-se com alimentos vivos e que contribuam realmente para uma vida saudável, sem sacrificar animais e valorizando a vida. Você vai sentir que a natureza agradece em forma de saúde e bem estar.

8. Pare de dizer frases do tipo: mas estou acostumado...fui criado dessa maneira...não vou conseguir nunca...não posso fazer isso agora...mas eu gosto tanto.... se não vai ser mesmo muito difícil contar com sua ajuda. Pare de pensar só em você! Pare de pensar com a barriga! Seja um novo ser humano, com capacidade de adaptação , mais sensibilidade e integridade!


Daiane Ilha Ribeiro



Olha, vou dizer uma coisa. Ando meio revoltada. Até mesmo chateada pois isso acontece por mais que a gente tente mudar a situação. Se você já dá aula sabe do que eu falo.

Gostaria de saber a opinião de quem está lendo até mesmo para compreender se realmente eu estou certa na questão a seguir.

Certa vez conversava com uma grande amiga sobre  dança do ventre e ela me confessou sua opinião a respeito. Ela não dança, mas como público seu parecer me pareceu muito convincente e de uma forma geral, deve ser a opinião da grande maioria também.
Abri mais ainda meus olhos, pois já tinha quase certeza que tal coisa acontecia e veio a confirmação.  É que geralmente, nos shows de dança oriental ( falando daqui da minha região), o público não é exatamente atraído pela curiosidade ou pela admiração. Ele comparece mais em função do parentesco ou da amizade que tem com alguma bailarina do show. Mais por consideração à pessoa do que pela admiração à dança.  Não posso dizer que isso aconteça em outros lugares onde a dança é mais bem recebida ou popularizada, pois onde há grande quantidade de bailarinas de qualidade e um mercado mais competitivo a coisa talvez seja diferente. Por aqui a dança tem um crescimento bem mais árduo e lento.
Essa minha amiga disse que se a bailarina não fosse muito amiga dela, talvez ela nem fosse nos shows, pois pra quem não sabe muita coisa de dança todo ano é a mesma coisa, muda coreografia, muda música, às vezes uma convidada diferente, mas na verdade é como se não se acrescentasse significativamente aos olhos leigos. 
Convencida de que me colocando no lugar do público eu sentiria a mesma coisa, pedi sugestões. Ainda não patrocinei nenhum show e sempre pensei em fazer alguma coisa que fosse realmente diferente e divertida (e que não atraísse só pelo estômago, também).
Sabe que essa é a parte difícil da história, mas uma revelação de grande sentido apareceu:
o público precisa se sentir presente e valorizado por estar ali. Ele poderia estar fazendo qualquer outra coisa mais útil para ele próprio e isso deve ser levado em consideração. A bailarina tem que interagir mais, e não ficar só mostrando sua habilidade goela abaixo para alimentar seu ego.  Mostrar trabalho no final do ano definitivamente não é colocar meia dúzia de alunas despreparadas a se chacoalhar num palco, sem conseguir sequer mostrar os dois dentes da frente.  Não exigimos movimentos diferentes e técnicas apuradas.  Isso é pra quem já sabe dançar. Queremos ser contagiados, tocados com boas energias, queremos participar e queremos admirar! Nós tentamos gostar do que vamos ver, mas nem sempre dá. A dança do ventre para ser arte precisa disso.
Agora eu pergunto à vocês: será que realmente está sendo satisfatório nosso papel de bailarina ? Vocês já pensaram nisso tudo? A responsabilidade que temos? O que significa pisar num palco para você, afinal?  Receber sorrisos para que possa sorrir em cena? Não deveria ser o contrário?   Helloooooo!
Meninas agradeço muito o tempo de vocês e a participação. Um grande abraço.


Photo Albumfotos do grupo (4 photos)Sep 11, '07 7:01 PM
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Photo AlbumPróximo evento! (3 photos)Sep 2, '07 11:25 PM
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Event Mostra Semestral de Danças KhawalaSep 2, '07 10:28 PM
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Start:     Sep 13, '07 8:30p
Location:     Teato da Cia de Artes - Andradas, 1780. Port o Alegre!
Espetáculo realizado semestralmente pelo Studio de Danças Khawala. Apresentação de professoras, alunas e bailarinas convidadas. Nesta edição, apresentação especial de danças de salão. E eu!

VideoRanda KamalSep 2, '07 7:46 PM
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Eu estou estudando essa mulher. Ela é perfeita.


Import.flv (2.9 MB)


Blog Entryartigo traduzido sobre postura Jul 9, '07 11:26 PM
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Ter uma postura correta parece impossível só de pensar, mas a postura não e algo para pensar e sim para sentir fisicamente .
O corpo é o elemento pelo qual a energia mental e emocional se concretizam, se materializam. Quando falamos de postura correta, nos vem a mente o momento em que nos colocamos para começar a dançar, e dizemos: ombros baixos, cabeça alta, quadril encaixado,etc., mas logo que começa a música a postura cai para uma pose mais simples.

A postura deve ser sentida, incorporada e arraigada desde dentro, portanto, proponho uma conscientização global, positiva e dinâmica que permita sustentar uma boa organização corporal e fluidez durante sua execução e não só a nível estático, morta na dimensão espacial, inibindo a expressão de forma plena.

 

Trabalhar a unidade corporal e não sua fragmentação.

 

O corpo tem um desenho projetado para ganhar energia e renova-la sempre que entendamos como fazer isso. Se observarmos o perfil de uma coluna, vemos que as 24 vertebras formam um s largo.  Para manter sua correta colocação e ventilação intervertebral, devemos trabalhar a musculatura que se compõe  estrategicamente para inverter as forças dessas curvas e assim manter a verticalidade. Seria interessante também conectar a musculatura com o sinônimo de força interior e sentimento em conjunto com o sistema ósseo.

            No ocidente estamos acostumados a trabalhar a ginástica de forma mecânica ou em blocos,  escutamos: flexionar joelhos, elevar a perna, esticar o braço, por exemplo, em vez de fazer uma contração voluntária que desperte uma conexão física-mental com o músculo específico. Para fazer um abdominal, usamos um complexo processo de deitar e elevar o tronco, as vezes sobrecarregando a cervical e a lombar. O abdome trabalha a nível inconsciente, sendo ajudado por outras partes do corpo, mas acaba não responsável por seu próprio movimento.

Ao falar em conscientização global e holística, digo que em vez de copiarmos formas, seria mais interessante perguntar como se sente uma contração, como se vê isso que se sente, e ao se notar distante do objetivo, ver quais são seus obstáculos. Descobrir como trabalham os músculos, articulações e zonas protagonistas e como atuam os secundários que se põe a serviço dela. Nossa musculatura está harmonicamente preparada para para equilibrar as curvas vertebrais sustentando verticalmente e em equilibrio nosso corpo.

Quando nossa musculatura não  trabalha bem para aquilo que foi desenhada, surgem as dificuldes posturais. Nosso pescoço é a ponte entre a cabeça, lugar das idéias  e corpo lugar de manifestação dessas idéias. Se não cremos nessas idéias,ou não as valorizamos, é provável que a musculatura que rodeia as cervicais não trabalhe corretamente, fazendo a cabeça pender para frente e encurtando o pescoço. Os pensamentos e idéias param nos ombros, são bloqueados pelo próprio corpo e não atuamos mais fisicamente de forma conveniente.

Se os músculos dorsais não sustentam bem sua zona, abrem caminho para uma cifose e se as lombares se arqueiam demasiadamente temos a lordose. Para evitar esses bloqueios de energia e sua visível deformação, deveríamos trabalhar corporalmente  de forma ininterrupta.

Basicamente, devemos entender que a energia física descende pelas costas e ascende pela frente do corpo. Para transmitir esse conceito é bom recorrer a classificação do corpo a que estamos acostumados, mas agregando uma ordem que permita a maior fluidez corporal possível e nos ajude a detectar falhas de energia e trabalha-las.

 

Para começar a visualizar e internalizar o movimento começamos pelos ombros, imaginemos uma rotação que começa na frente, subindo até as orelhas, descendo por trás: ali devem ficar os ombros, como parte das costas, apesar de também serem visíveis pela frente. E assim começamos trabalhar a rotação frente- cima- trás- baixo.

 Seguindo o curso da energia que desce pelas costas, encontramos com os músculos dorsais que atuam como âncora dos ombros.

São as raízes dos braços, com eles podemos agir e sustentar, não a toa que quando sentimos uma “grande carga” tanto física quanto emocional, nossos dorsais se expandem e permitem que a curvatura natural se acentue demasiadamente.

A energia continua descendente até a cintura, tratando de projetar e estirar a curvatura natural dessa zona para baixo, a fim de enviar sua força para o cóccix, que deve estar vertical em relação ao solo. Ao suavizar cintura e trabalhar o cóccix, essa energia atua ascendentemente para a pélvis, até chegar ao ponto fundamental, o ventre, centro de energia. Ao pressionar a porção de músculos abdominais baixos sobre esse local, ativamos essa zona de energia, equilibrando-nos e centrando-nos.

Esta é uma zona do corpo onde  a gordura se acumula primeiro, refletindo nosso descaso com esse centro. Devemos voltar a ter plena consciência de sua importância e significado.

Uma vez ativado esse centro de energia, a tensão deve subir para os outros músculos abdominais superiores, provocando a elevação do peito, que leva a energia até os ombros, que rodam para trás e nos acordam para as costas novamente, como um circuito. Sua síntese é circular e contínua, na qual compreendemos que assim a postura é um elemento dinâmico e não uma simples pose.

Baseado notexto do site do Amir Thaleb.

 


MusicMuito bouas 2Jul 8, '07 6:54 AM
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Primeira : utilizada na coreografia tribal
Segunda: Tony Mouzayek, das melhores
Terceira: Clássicão grande maravilhoso
Quarta: para gawazee!
05 - Kronos2   
05 Maarwak   
Joumana Belly Dance (music for the orientale dance) 4 Rafic Hobeik 
El Farawla.mp3 Sahra Seadeea Metkal Kenawy 

EventIII mostra de dança árabeJul 8, '07 4:55 AM
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Start:     Jul 22, '07 6:00p
Location:     Cia de Arte
Show que contará com participação de profissionais do estado. E nosso grupo!

Andradas, 1780. Porto Alegre

Ingressos a R$ 8,00

Blog EntryTribalJul 8, '07 4:51 AM
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    Tive um contato muito recente com a dança tribal e confesso que é muito interessante e contagiante. Ela tem um efeito meio hipnótico, instintivo. São movimentos que prendem a atenção, definidos, calculados e ao mesmo tempo oferecem uma liberdade de criação tão intensa quanto a egípcia tradicional. Ela oferece disciplina e exige estudo tanto quanto as outras danças. E a melhor parte é que por ser quase uma novidade, com outras raízes misturadas, não carrega a carga de preconceito que assumimos com a dança do ventre tradicional.
As músicas são diferentes e oferecem inúmeras possibilidades. É possível usar ritmos africanos, indianos, flautas nativas norteamericanas,  celtas, ritmos árabes, fusões de techno, influências mouras, ciganas, brasileiras...depende da intenção que desejamos manifestar na coreografia.
Para mim o tribal é uma forma ampla de expressão. Um ritual.
Não há limite para criar ou misturar, e, ao mesmo tempo, o movimento é limpo e refinado.
Com minha dança quero transmitir a importância de cada movimento, cada olhar, cada vida. As pessoas precisam sentir mais humanidade, resgatar o valor da tradição, da união, do trabalho.  Sentir que cada vida é uma parte fundamental do universo.
Ao mesmo tempo que somos um grão de areia diante dele, temos a importância de valorizar a nós mesmos, vivendo o presente, fazendo o bem, conscientes de nossa função. Buscando e compartilhando  essa harmonia. Respeitando e reverenciando o sagrado que achamos que não está no nosso dia a dia, mas está em cada segundo e cada olhar. Naquilo que não podemos ver. Na fé de todos os povos.
De alguma forma, sinto que estamos dando continuidade a uma prática ancestral, resgatando antigas formas ritualísticas de comunhão com a natureza.
Essa é minha opinião pessoal, não uma verdade, mas a minha crença a respeito da tribal, que talvez possa servir para despertar um novo olhar para sua própria dança.  Abraços!

Blog EntrySobre meu trabalhoJul 8, '07 4:47 AM
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Daiane Ribeiro, profissional de dança oriental egípcia, há anos dedica-se ao estudo desta arte feminina, aperfeiçoando seu nível técnico e interpretativo ininterruptamente.

Assim como busca oferecer qualidade no ensino e na interpretação, oferece também todo tempo disponível para pesquisas e aquisição de material didático e teórico, motivando e facilitando o aprendizado de todas as alunas de forma completa.

Durante o aprendizado, desde o início, a aluna desfrutará de uma didática adaptável a sua compreensão e muita variedade musical. Trabalhará corpo e mente, vencendo suas limitações, ganhando flexibilidade e auto estima, reconhecerá sua capacidade em desafiar  e executar movimentos. Estará sempre bem informada sobre eventos e novidades do mundo da dança oriental.

É uma dança completa, pois não trabalha apenas a região do ventre, mas o corpo todo de forma harmônica. É terapêutica, pois se adapta ao ritmo e às formas de cada mulher, independente de corpo ou idade. É indicada por cardiologistas e ginecologistas como exercício de baixo impacto e para fortalecimento da musculatura pélvica.


A dança oriental é rica, é espiritual, também é divertida e sensual por si só, sem necessidade de impor ainda mais. Todos os movimentos básicos possuem uma simbologia ligada ao universo e foram feitos para a mulher genericamente, trabalhando suas formas e músculos como nenhuma outra dança.

A dança oriental egípcia reverencia o feminino, é mais Afrodite, mais maternal, apaixonada, cheia de delicadezas ou alegrias, ilustrando composições musicais orquestradas clássicas e dramáticas, ou revelando habilidade rítmica da bailarina ao som da percussão.

A dança tribal é intensa, forte, exata, definida, desenhada, mistura etnias, sons de raíz, indiana, africana, cigana, egípcia. É mais Ártemis, guerreira, ligada totalmente com a Terra, é seu choro e sua fúria, e também seu perdão para nossa ignorância.

Em ambas podemos descobrir uma consciência nova, uma verdade que há em cada mulher. O respeito próprio e o equilíbrio das emoções ou a espiritualidade adormecida.
A capacidade de expressar sem palavras o que sentimos com a música. E se quiser ir mais longe, a capacidade de enfrentar os medos e assumir os sonhos!

Para finalizar, traz em seus estudos teóricos muitas histórias e curiosidades acerca da sua cultura e religiosidade, conhecimento de ritmos, folclore, estilos de interpretação...

A dança oriental é, sem dúvida, a mais antiga dança feminina. Um valioso tesouro deixado por nossas ancestrais, ele está aí dentro, escondidinho. Pegue a chave!


Videocoreografia de dança oriental nível IJul 4, '07 5:58 PM
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Com música moderna lenta.


S5002751.AVI (16.3 MB)

VideoS5002881.AVIJul 4, '07 2:21 PM
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Vídeo da coreografia de dança oriental realizada com alunas de Esteio. Show em Guaíba/RS.


S5002881.AVI (142 KB)

Videodaidança2.wmvJul 4, '07 1:44 PM
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Eu!!!


daidança2.wmv (12.7 MB)

Photo AlbumFestival harem 2006 (5 photos)Sep 19, '06 7:12 PM
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dThumbnaild
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Primeira vez participando de um grande evento de dança com bailarinas de outras escolas. Fui premiada com a melhor nota da avaliação técnica com a música Huwwa Sahi.

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