
Daiane Ribeiro, profissional de dança oriental egípcia, há anos dedica-se ao estudo desta arte feminina, aperfeiçoando seu nível técnico e interpretativo ininterruptamente.
Assim como busca oferecer qualidade no ensino e na interpretação, oferece também todo tempo disponível para pesquisas e aquisição de material didático e teórico, motivando e facilitando o aprendizado de todas as alunas de forma completa.
Durante o aprendizado, desde o início, a aluna desfrutará de uma didática adaptável a sua compreensão e muita variedade musical. Trabalhará corpo e mente, vencendo suas limitações, ganhando flexibilidade e auto estima, reconhecerá sua capacidade em desafiar e executar movimentos. Estará sempre bem informada sobre eventos e novidades do mundo da dança oriental.
É uma dança completa, pois não trabalha apenas a região do ventre, mas o corpo todo de forma harmônica. É terapêutica, pois se adapta ao ritmo e às formas de cada mulher, independente de corpo ou idade. É indicada por cardiologistas e ginecologistas como exercício de baixo impacto e para fortalecimento da musculatura pélvica.
A dança oriental é rica, é espiritual, também é divertida e sensual por si só, sem necessidade de impor ainda mais. Todos os movimentos básicos possuem uma simbologia ligada ao universo e foram feitos para a mulher genericamente, trabalhando suas formas e músculos como nenhuma outra dança.
A dança oriental egípcia reverencia o feminino, é mais Afrodite, mais maternal, apaixonada, cheia de delicadezas ou alegrias, ilustrando composições musicais orquestradas clássicas e dramáticas, ou revelando habilidade rítmica da bailarina ao som da percussão.
A dança tribal é intensa, forte, exata, definida, desenhada, mistura etnias, sons de raíz, indiana, africana, cigana, egípcia. É mais Ártemis, guerreira, ligada totalmente com a Terra, é seu choro e sua fúria, e também seu perdão para nossa ignorância.
Em ambas podemos descobrir uma consciência nova, uma verdade que há em cada mulher. O respeito próprio e o equilíbrio das emoções ou a espiritualidade adormecida.
A capacidade de expressar sem palavras o que sentimos com a música. E se quiser ir mais longe, a capacidade de enfrentar os medos e assumir os sonhos!
Para finalizar, traz em seus estudos teóricos muitas histórias e curiosidades acerca da sua cultura e religiosidade, conhecimento de ritmos, folclore, estilos de interpretação...
A dança oriental é, sem dúvida, a mais antiga dança feminina. Um valioso tesouro deixado por nossas ancestrais, ele está aí dentro, escondidinho. Pegue a chave!